Embaixada russa publica foto de encontro do Brics com Michel Temer no lugar de Jair Bolsonaro

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Imagem de 2016 publicada nesta sexta-feira (15) pela representação da Rússia no Reino Unido também apresenta o ex-presidente da África do Sul, e não o atual. Postagem viralizou no Twitter.

Para celebrar a reunião do Brics desta semana em Brasília, a Embaixada da Rússia no Reino Unido publicou no Twitter nesta sexta-feira (15) uma foto de um encontro que mostra o ex-presidente Michel Temer – e não o atual, Jair Bolsonaro. A imagem viralizou nas redes sociais.

A foto em questão se refere a um encontro informal em setembro de 2016 dos presidentes de BrasilRússia, China, Índia e África do Sul na cidade chinesa de Hangzhou, antes do encontro do G20 daquele ano.

Além de Michel Temer, a foto publicada está desatualizada quanto ao presidente da África do Sul: ela mostra o ex-presidente Jacob Zuma, e não o atual, Cyril Ramaphosa. Os demais líderes – Vladimir Putin, Xi Jinping e Narendra Modi – continuam no poder.

Encontro em Brasília

Líderes do Brics posaram para foto antes de reunião de cúpula no Palácio do Itamaraty — Foto: Marcos Corrêa/PR
Líderes do Brics posaram para foto antes de reunião de cúpula no Palácio do Itamaraty — Foto: Marcos Corrêa/PR

Líderes do Brics posaram para foto antes de reunião de cúpula no Palácio do Itamaraty — Foto: Marcos Corrêa/PR

Os cinco países membros do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – assinaram nesta quinta-feira (14), no encerramento da 11ª Cúpula do grupo, em Brasília, uma declaração com 73 tópicos sobre o futuro do grupo econômico e da política internacional.

Principais pontos do documento:

  • Compromisso com as metas de redução das emissões de carbono fixadas a partir do Acordo de Paris.
  • Reforma “abrangente” das Nações Unidas, incluindo o Conselho de Segurança.
  • Preocupação com a possibilidade de uma corrida armamentista no espaço exterior.
  • Na economia, defesa de “mercados abertos, de um ambiente de negócios e comércio justo, imparcial e não-discriminatório, de reformas estruturais, de concorrência efetiva e justa”.
  • Empenho para a adoção de medidas para combater a corrupção no setor público.
  • Ausência de menções no documento a conflitos regionais na vizinhança dos membros do Brics. Nos 73 tópicos, não aparece, por exemplo, qualquer menção às crises políticas na Venezuela, no Chile e na Bolívia.

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